Fomento se faz com união do setor.

Por: Alexandre Fuchs das Neves

Em qualquer parte do mundo, setores unidos são sempre fortes, coesos e praticam a máxima da união faz a força.

Ainda vemos muitos empresários que, num sentimento de quase egoísmo, não prestam informações corretas e legítimas aos colegas, esquecendo   que hoje ele pode estar bem com determinado cedente/sacado, mas por falta de informações, amanhã poderá ser ele que poderá estar em maus lençóis.

Um dos insumos do crédito é a informação, quiçá o mais relevante de todos, trocada por quem está atuando diariamente com  os cedentes/sacados.

Estas informações são preciosas para quem as detém, mas fundamentais para a proteção  da “colméia”, quandto disseminadas entre todos, porquanto quem dá o golpe em “Zé”, amanhã dará o golpe em “José”.

Não será por prestar uma informação que sua empresa perderá o cliente, e sim por falta de competência e serviços.

Então basta escolher de que lado você quer estar, se quer ser um ou outro.

Disseminar informações relevantes, e evidentemente que não impliquem em violação na Lei Geral de Proteção de Dados, porquanto estamos falando em “Dados para Concessão de Crédito”, dos quais muitos já estão publicizados, ou seja, nada temos a temer.

E não  podemos nos esquecer dos “Salmos da Sabedoria”, onde numa das passagens temos a frase que diz mais ou menos assim: “ Aquele que transmite gratuitamente o conhecimento torna-se cada vez mais  amigo de Deus”.

Então, pelo livre arbítrio, podemos escolher nossas amizades.

alexandre@na.adv.br – (51) 984230942

Soberania do Crédito

A política de crédito não é um conjunto rígido de regras, mas um reflexo do apetite de risco de uma instituição. Neste artigo, a análise parte do papel das exceções – não como desvios a serem evitados -, mas como testes de maturidade da governança. O desafio não está em concedê-las, mas em impedir que se tornem padrão. Entre informação, critério e disciplina, é na consistência das decisões que a política realmente se sustenta.

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